Fato Verdade

Com 36 pesquisas aprovadas, trabalhadores da FESF vão marcar presença no 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

Com 36 pesquisas aprovadas, trabalhadores da FESF vão marcar presença no 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva

Fundação Estatal Saúde da Família (FESF-SUS) participa do 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão), que acontece em Brasília entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro de 2025. O evento, um dos mais importantes da saúde pública no país, terá como tema central “Democracia, Equidade e Justiça Climática: saúde e os enfrentamentos dos desafios do século 21”, destacando debates sobre a promoção do bem viver e o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

A FESF-SUS estará representada por 27 trabalhadores, que levarão ao congresso 36 trabalhos científicos produzidos a partir das experiências e práticas desenvolvidas nos serviços geridos pela instituição. A participação expressiva reflete o compromisso da Fundação com a produção de conhecimento, a educação permanente e a qualificação do SUS.

Entre os destaques está a participação de Giani dos Santos Alves Barreto, coordenadora administrativo-financeira do Programa Integrado de Residências, que apresentará dois trabalhos no congresso. “É uma imensa honra e também uma grande responsabilidade. Representar a FESF-SUS e o Programa Integrado de Residências significa dar visibilidade ao que construímos no cotidiano do SUS, mostrando nosso compromisso com a formação crítica, a produção de conhecimento e a defesa da saúde pública. É uma oportunidade valiosa de dialogar com outras realidades e afirmar que as práticas desenvolvidas nos territórios têm potência transformadora e merecem reconhecimento”, afirma Giani.

Segundo Alisson Sousa, diretor de Gestão de Serviços da Fundação, o Abrascão representa um espaço estratégico para fortalecer o SUS. “A presença de tantos trabalhadores no congresso é motivo de orgulho e reconhecimento do que temos construído no dia a dia dos serviços. Espaços como esse fortalecem o SUS porque permitem a troca de saberes e experiências entre profissionais, gestores e a sociedade civil de diferentes regiões do país. É um momento de socializar práticas exitosas, discutir evidências científicas e refletir criticamente sobre políticas públicas. Essa participação reafirma princípios que nos orientam, como a equidade, a integralidade e a participação social, além de reforçar a educação permanente como um dos pilares da Fundação”, destaca.

administrator

Related Articles

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *