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Centro de Referência Paralímpico  promove inclusão e amplia acesso ao esporte para jovens com deficiência

Centro de Referência Paralímpico  promove inclusão e amplia acesso ao esporte para jovens com deficiência

Foto: Divulgação

Para crianças e adolescentes com deficiência, o esporte pode significar muito mais do que a prática de uma modalidade. É também uma oportunidade de desenvolver autonomia, confiança e novas habilidades. Em agosto, a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, realizada de 21 a 28, destaca a importância de ampliar as oportunidades de inclusão para pessoas com deficiência.

A Unijorge sedia, desde 2022, o Centro de Referência Paralímpico de Salvador, em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, que oferece gratuitamente diferentes atividades para jovens com idade entre 6 e 19 anos, para ampliar o acesso ao esporte e contribuir para a formação de novos atletas.

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O Centro disponibiliza 14 modalidades esportivas, com atividades realizadas no Centro Esportivo da Unijorge, no Campus Paralela, e práticas desenvolvidas em espaços externos. Entre as atividades estão: atletismo, bocha paralímpica, badminton, halterofilismo, judô, rugby em cadeira de rodas, taekwondo, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, tiro com arco e voleibol sentado.

A programação também inclui canoagem, em parceria com a Carranca Boat, remo e tiro esportivo, que está em fase de implantação.

Os treinos são conduzidos por uma equipe multidisciplinar formada por professores e alunos dos cursos de Educação Física e de outras áreas da Unijorge. O Centro de Referência tem parceria ainda com as principais entidades representativas do paradesporto na Bahia.

O programa dá aos jovens atletas a oportunidade de desenvolver seus talentos e participar de festivais esportivos e competições estaduais e nacionais, com conquistas de medalhas em torneios de tiro com arco, tênis de mesa, entre outros.

De acordo com o supervisor do Centro de Referência Paralímpico de Salvador, Wilson Brito Filho, cada modalidade é uma oportunidade para os jovens descobrirem seus talentos, fazerem amizades, ganharem confiança, perceberem seu potencial e ampliarem possibilidades.

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“Pela via do esporte, quando ele é trabalhado de forma integrada, você acaba trazendo benefícios não só para a pessoa com deficiência, mas também para a família e a comunidade. O jovem atleta com deficiência, que muitas vezes sofria bullying, passa a ser olhado com admiração, como um esportista, e isso faz muita diferença”, destaca.

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