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Diagnóstico tardio: como o autismo na vida adulta ainda é pouco reconhecido

Diagnóstico tardio: como o autismo na vida adulta ainda é pouco reconhecido

Falta de informação e estigmas dificultam acesso a diagnóstico e suporte adequado

Embora o autismo seja mais frequentemente identificado na infância, muitas pessoas só descobrem que estão no espectro na vida adulta. A falta de informação e a associação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) a crianças faz com que adultos passem anos sem um diagnóstico adequado, impactando seu bem-estar e sua inclusão social.

Dificuldades no diagnóstico tardio
O autismo em adultos muitas vezes é confundido com transtornos como ansiedade e depressão, o que leva a diagnósticos equivocados. Além disso, pessoas com TEA podem desenvolver estratégias para mascarar dificuldades sociais, tornando o reconhecimento do transtorno ainda mais complexo.

Impactos na vida cotidiana
A ausência de diagnóstico pode dificultar a adaptação no ambiente de trabalho, a construção de relações interpessoais e até mesmo o acesso a tratamentos adequados. Especialistas reforçam a importância de um diagnóstico correto para que essas pessoas tenham suporte psicológico e profissional.

Busca por maior reconhecimento
Nos últimos anos, tem crescido a demanda por políticas públicas que facilitem o acesso a profissionais capacitados para diagnosticar e orientar adultos no espectro. Campanhas de conscientização também buscam combater o estigma e ampliar o reconhecimento do autismo na sociedade.

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