Roberto Jefferson derruba alianças com PT e DEM

Roberto Jefferson derruba alianças com PT e DEM

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, começou a cumprir a promessa feita no início do mês. Na ocasião, o ex-deputado federal assinou resolução proibindo alianças de petebistas com partidos da esquerda. A mesma regra valeria para DEM e PSDB.

Depois do aviso, Jefferson agiu nesta sexta-feira, 18. Segundo informações divulgadas no site do próprio PTB, o diretório nacional anulou as convenções realizadas pelo comando local da sigla em seis cidades:

  • Águas Lindas de Goiás (GO);
  • Fortaleza (CE);
  • Osasco (SP);
  • Presidente Prudente (SP);
  • Salvador (BA);
  • São Bernardo do Campo (SP).

PT e DEM na mira

As alianças locais estavam sendo definidas com candidatos de PT e DEM. Em São Bernardo do Campo, por exemplo, o diretório municipal do PTB havia indicado a advogada Ana Paula Lupino para ser vice da chapa liderada por Luiz Marinho. Prefeito da cidade do ABC Paulista de 2009 a 2016, Marinho teve como vice um petebista: o cantor Frank Aguiar.

“O PTB tem reforçado sua posição de colocar-se como resposta, em oposição a partidos comunistas e socialistas, que historicamente eram os únicos reconhecidos como representantes da classe trabalhadora”, diz, assim, trecho do comunicado divulgado pelo partido de Roberto Jefferson. Aliás, a legenda vê DEM e PSDB como de esquerda.

Escolhido pelo atual mandatário de Salvador para ser o representante da situação no pleito deste ano, Bruno Reis (DEM) não terá o PTB na coligação. No entanto, o partido de Roberto Jefferson confirmou apoio ao candidato do DEM em outra capital nordestina. Dessa forma, Mendonça Filho tentará se tornar o próximo prefeito do Recife com o PTB como parceiro.

FONTE: REVISTA OESTE

 
PT receberá mais de R$ 200 milhões do Fundo Eleitoral

PT receberá mais de R$ 200 milhões do Fundo Eleitoral

O PT volta a superar os demais partidos políticos do Brasil. Mas não nas urnas. Nesta semana, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a repartição do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para o pleito deste ano. O Partido dos Trabalhadores será o único a ter direito a mais de R$ 200 milhões.

Conforme a lista divulgada pelo TSE, o PT receberá R$ 201,2 milhões do privilégio conhecido por Fundo Eleitoral. No ranking, direita e esquerda não estão distantes. Isso porque o PSL, legenda pela qual o presidente Jair Bolsonaro se elegeu em 2018, aparece na segunda posição, com direito a embolsar R$ 199,4 milhões durante o processo eleitoral deste ano.

Além de PT e PSL, mais 19 siglas já têm direito ao Fundo Eleitoral. A lista pode, inclusive, ampliar. É que o TSE informa que os pedidos feitos por PP e DEM estão em análise. No total, o valor de R$ 1,39 bilhão será destinado aos partidos.

Financiado pelos militantes

A divisão do Fundo Eleitoral ocorre na semana em que lideranças do PT, como Lula e Dilma Rousseff, lançaram movimento para que a militância ajudasse a bancar o caixa do partido. Conforme registrado por Oeste, o Partido dos Trabalhadores já tinha ciência do montante a receber do Fundo Eleitoral, mas afirmou que o valor não era suficiente.

FONTE: REVISTA OESTE

 
Termina amanhã prazo para partidos definirem candidatos às eleições

Termina amanhã prazo para partidos definirem candidatos às eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que termina nesta quarta-feira (16) o prazo para os partidos realizarem convenções internas para escolher os candidatos que vão disputar os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições municipais de novembro. A Justiça Eleitoral espera receber mais de 700 mil registros de candidaturas no pleito deste ano.

O prazo está previsto na Lei das Eleições e deveria ter sido encerrado em agosto. No entanto, o período das convenções foi prorrogado por 42 dias devido ao adiamento das datas do calendário eleitoral em função das complicações da pandemia da covid-19.

O Congresso adiou o primeiro turno das eleições deste ano de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno, que seria em 25 de outubro, foi marcado para 29 de novembro.

Nesta semana, outra data também deve ser seguida pelos partidos, candidatos e pela imprensa. A partir de quinta-feira (17), as emissoras de rádio e de televisão estão proibidas de dar tratamento privilegiado a candidatos e de veicular e divulgar crítica a candidato ou partido político.

A íntegra do calendário eleitoral pode ser acessada no site do TSE.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
Efetivado no cargo, Pazuello diz que pandemia alcançou estabilidade

Efetivado no cargo, Pazuello diz que pandemia alcançou estabilidade

Após quatro meses comandando o Ministério da Saúde de forma interina, o general Eduardo Pazuello foi efetivado como titular na pasta pelo presidente Jair Bolsonaro em cerimônia realizada nesta quarta-feira (16), no Palácio do Planalto. Pazuello substituiu interinamente o médico oncologista Nelson Teich, em maio, com o desafio de apoiar estados e municípios e ajudar a controlar a pandemia da covid-19 no Brasil.

Atualmente, o país registra mais de 133 mil mortes em decorrência da covid-19 e tem 4,3 milhões de casos confirmados da doença. De acordo com painel internacional mantido pela Universidade Johns Hopskins, o Brasil é o terceiro país em número de infecções, atrás de Estados Unidos e Índia, e o segundo em número de óbitos, atrás dos norte-americanos. 

Em seu discurso de posse como ministro efetivo, Pazuello afirmou que o país conseguiu estabilizar o avanço da pandemia. "Conseguimos alcançar uma situação de estabilidade bem definida. No Norte e Nordeste, onde os números estão em total declínio e a população já está voltando às suas atividades normais. No Centro-Sul, a tendência de queda é clara e já podemos visualizar o retorno à normalidade muito em breve. São os sinais claros e positivos de que todo nosso trabalho e empenho está surtindo o efeito esperado", afirmou.

Pazuello também defendeu a mudança de protocolo para o tratamento precoce realizada pela pasta, já sob seu comando, a partir de junho.  "O aprendizado ao longo da pandemia nos mostrou que quanto mais cedo atendermos os pacientes, melhores são suas chances de recuperação. O tratamento precoce salva vidas, por isso temos falado dias após dia: não fique em casa esperando falta de ar, não espere. Procure um médico, receba diagnóstico clínico de um médico", disse.

Pandemia e desemprego

Durante a posse, o presidente Jair Bolsonaro destacou o tamanho da responsabilidade do seu auxiliar e o agradeceu por aceitar o desafio. "Eu confesso que é menos complicado ser presidente da República do que ministro da Saúde. Sua responsabilidade é enorme, e quero agradecer por você ter aceito esse desafio".

Bolsonaro voltou a criticar a política de isolamento na quarentena, com o fechamento de atividades econômicas. Ele relembrou um de seus pronunciamentos em cadeia nacional de rádio e televisão, no início da pandemia, em que afirmava a necessidade de lutar pela manutenção dos empregos e elogiou as medidas econômicas adotadas pela sua equipe desde então.   

"Disse, naquele momento, onde fui duramente criticado, que tínhamos dois problemas pela frente, vírus e desemprego, e que ambos deveriam ser tratados com a mesma responsabilidade e de forma simultânea. Quero cumprimentar a equipe econômica, desse ministro Paulo Guedes, que tomou uma série de medidas para conter os empregos no Brasil".

O presidente também criticou o tempo de suspensão das aulas do ensino básico no Brasil. "Somos o país com o maior número de dias de lockdown nas escolas. Isso é um absurdo".

Ainda durante seu discurso, Bolsonaro defendeu o tratamento da covid-19 por meio da cloroquina e da hidroxicloroquina. O medicamento, que não tem eficácia científica comprovada, pode ser prescrito por médicos com a concordância do paciente. 

"Nada mais justo, nada mais sagrado que um médico, na ponta da linha, decidir o que vai aplicar no paciente, na ausência de um remédio com comprovação científica", afirmou. 

FONTE: AGÊNCIA BRASIL

 
Governo libera R$ 3,8 milhões para combate aos incêndios em MS

Governo libera R$ 3,8 milhões para combate aos incêndios em MS

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) liberou R$ 3,8 milhões para ações de combate a incêndios florestais em Mato Grosso do Sul, principalmente na região do Pantanal. O anúncio foi feito hoje (15) pelo chefe da pasta, ministro Rogério Marinho. Os recursos poderão atender 79 municípios do estado que sofrem com as queimadas.

Em entrevista exclusiva à Rádio Nacional, o ministro Rogério Marinho reforçou que "os recursos liberados vão servir para pagar brigadistas, horas de voos e equipamentos que vão ser utilizados no combate aos incêndios".

O dinheiro será usado para locação de helicópteros, compra de combustível; de equipamentos como mangueiras, esguicho, abafadores, sopradores e piscinas flexíveis; e de máquinas para abertura de aceiros. Aceiros são faixas sem vegetação, que impedem o avanço das chamas.

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, conversou com a imprensa hoje, ao lado de Marinho e da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Azambuja destacou o cuidado que fazendeiros e chacareiros, principalmente, precisam ter para evitar novos focos de incêndio.

“Como a seca é a maior nos últimos 50 anos, precisa ter precaução, cuidado. Vimos que um dos grandes focos de incêndio vizinho de Campo Grande foi por causa de um pequeno cisco no fundo de uma chácara, foi colocado fogo, que espalhou e queimou 100 hectares de eucalipto. Então, esse cuidado é fundamental”.

Situação de emergência

Ontem (14) o governador decretou situação de emergência no estado. Isso agilizou a liberação da verba federal e sua utilização em municípios que não fazem parte do Pantanal. “O decreto de emergência abrange 79 municípios. Ele vai poder atender outras localidades que passam pelo mesmo problema. A agilidade do decreto acelera nossas ações”, acrescentou Azambuja.

O documento também autoriza que voluntários reforcem as ações do Estado em qualquer tipo de vegetação, em áreas legalmente protegidas ou não, e também naquelas onde a fumaça, a fuligem e outros efeitos dos incêndios provoquem a queda da qualidade do ar. O governador lembrou que o estado está recebendo bombeiros do Paraná e de Santa Catarina para ajudar no combate ao fogo. “Existe uma teia de solidariedade entendendo o momento. São muito bem-vindos”.

Além disso, brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), assim como militares das Forças Armadas, já atuam na região em apoio às brigadas locais de combate ao fogo.

Tanto a ministra da Agricultura quanto o governador dizem esperar que a chuva chegue o quanto antes para ajudar a região a superar o problema. “É a união de todos, a precaução que vai fazer com que a gente estanque esse problema até que a chuva chegue. E aí a gente possa plantar uma grande safra novamente”, disse Tereza Cristina. Já Azambuja diz esperar alguma chuva nos próximos dias. “A gente torce para que o clima mude. Já existe alguma expectativa para que no fim de semana mude em algumas regiões”.

A forte seca na região não traz só os incêndios como efeito colateral. Cursos d’água estão secando, enquanto nuvens de fumaça encobrem a paisagem. Estudos mostram que, em breve, os principais rios que cortam o território sul-mato-grossense atingirão os níveis mais baixos dos últimos cinco anos.

A fumaça, o calor e a baixa umidade exigem que a população redobre os cuidados com a saúde. Especialistas recomendam que bebam bastante água, deem preferência a alimentos saudáveis, pouco gordurosos, lavem narinas e olhos com soro fisiológico, utilizem umidificadores se necessário e evitem atividades físicas durante as horas mais quentes do dia.

FONTE: AGÊNCIA BRASIL
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