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Rotina de Bolsonaro inclui visitas, caminhada e fisioterapia, diz Papudinha

Rotina de Bolsonaro inclui visitas, caminhada e fisioterapia, diz Papudinha

Foto: REUTERS/Adriano Machado

A administração da Penitenciária da Papudinha encaminhou ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta sexta-feira (30) um relatório detalhando as atividades e a rotina diária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no período de 15 a 27 de janeiro de 2026. As informações atendem à determinação do ministro Alexandre de Moraes, que pediu as informações no início da semana.

De acordo com o documento, Bolsonaro recebe atendimento médico diariamente, tanto de profissionais particulares quanto de equipes da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.

Segundo a direção da unidade prisional, os atendimentos realizados pela rede pública consistem, em sua maioria, em avaliações clínicas de rotina, voltadas ao monitoramento preventivo do estado geral de saúde do ex-presidente. Entre os procedimentos descritos estão a aferição de sinais vitais, como pressão arterial, frequência cardíaca e saturação periférica de oxigênio, além de avaliação clínica sumária.

O relatório informa ainda que o ex-presidente iniciou sessões de fisioterapia no dia 17 de janeiro, atividade que passou a ser realizada de forma quase diária. Além disso, Bolsonaro mantém uma rotina regular de caminhadas como forma de atividade física, também realizadas na maior parte dos dias.

No campo das visitas, a Papudinha registrou que Bolsonaro recebe semanalmente a esposa, Michelle Bolsonaro, às quartas e quintas-feiras, que são os dias previstos nas normas do presídio. O documento aponta ainda que os encontros com a equipe de advogados ocorrem com frequência praticamente diária.

Em alguns dias do período analisado, Bolsonaro também participou de atividades de capelania, um serviço de assistência religiosa oferecido no sistema prisional, que inclui acompanhamento espiritual, orações e aconselhamento.

Até o momento, segundo o relatório, não há registro de participação do ex-presidente em atividades laborais internas nem no programa de remição de pena por leitura.

O relatório menciona que, em 20 de janeiro, Bolsonaro foi submetido a uma perícia médica realizada pela Polícia Federal. O documento não detalha o conteúdo nem a motivação específica da avaliação.

Uma perícia da PF, porém, havia sido previamente determinada pelo ministro Alexandre de Moraes e é considerada peça relevante para a análise de um eventual pedido de prisão domiciliar.

Fonte: CNN Brasil

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